Eu adoro palavras. Já o disse, não disse? As acções abafaram-nas. Assusta-me? Não. Já te falei do único receio que tenho.
O toque(...) Adoro o olhar.
It's all in your eyes. Os olhos estavam fechados. O
Momento foi aquele. Foi
Vivido. "Live life/Love life". Estou tranquila por não ter dado mais de mim. O desassossego emerge não pelo acto mas pelo que foi dito. Por mim. Por ti. Pelo batimento do coração. Do teu. Posteriormente do meu. Sabes mais de mim do que devia ter partilhado (?) Não. Sabes de mim o que te quis dizer. Parei no momento certo. Como que o sexto sentido prevê-se o dia de amanhã.
Bateste à porta do teu próprio quarto para entrar. Adoro as tuas contradições.
E cada dia que passa gosto mais de ti. Do teu Eu, sem as máscaras.
Todos nós usamos máscaras a um determinado ponto da nossa vida. Há quem as use sempre. Há quem tenha várias. Porque assim o nosso mundinho triste nos "obriga".
Este Carnaval quero ir de
Joker (o "
original"!). O prefiriti vai de
Joker (o "
nurse"!) Vamos rebentar com qualquer coisa. O hospital não, Alberto! Porque em seis cidades só temos mesmo um. O dos Marmeleiros conta? Nesse podes pôr bomba pois lá está a minha avó. Mas só no quarto da velha, a ver se isto muda. Promete-me que fazes aquele "andar especial".
Não desejo a morte a ninguém, mas como é mesmo o ditado do Carnaval? Ninguém leva a mal (?).
Talvez o meu velhote se importasse. Dava-lhe a mania das grandezas e bem podia vir comer camarões a Lisboa e fazer uma visita a Fátima, ouvir suas revelações. Mas já que tenho cá quarto não teria de gastar dinheiro em estadia. Assim sempre poderia comprar não um, mas dois colares de centenas de euros para oferecer a um(a) desconhecida qualquer.
Com este tempo a roupa lavada não seca. Pelo menos não tão rapidamente como se não estivesse a chover.
Agora devia ir dormir.
Mas vou beber um chá e comer bolachas. Depois compenso no ginásio.